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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Aids


Detectada no final da década de 1970, a AIDS se configurou rapidamente como uma das maiores ameaças à saúde pública no século XX.

A grande capacidade de contágio, a elevada taxa de mortalidade e um quadro clínico arrasador fizeram desse mal um dos mais graves problemas sanitários e sociais que o homem moderno tem a enfrentar.

A AIDS (sigla de acquired immune deficiency syndrome, ou síndrome da imunodeficiência adquirida) é provocada por uma infecção virótica que danifica o sistema imunológico humano. Em conseqüência, todo o organismo fica exposto a outras infecções, como pneumonia, tuberculose, diarréia etc...

A infecção inicial é provocada pela contaminação direta do sangue por fluidos corpóreos que contenham o retrovírus HIV (sigla inglesa de "vírus da imunodeficiência humana"). Os retrovírus se reproduzem com a ajuda de uma enzima chamada transcriptase, que torna o vírus capaz de copiar (transcrever) suas informações genéticas em uma forma que possa ser integrada no próprio código genético da célula hospedeira. Assim, cada vez que a célula hospedeira se divide, produzem-se também cópias do vírus, cada uma das quais contém o código virótico.

A moléstia desenvolve-se em três fases. Inicialmente, o HIV entra na corrente sangüínea e provoca o desenvolvimento de anticorpos. Os sintomas aparecem na segunda fase: suores noturnos, febre, diarréia, perda de peso, cansaço e infecções incomuns. A AIDS é, a rigor, a terceira fase do processo, em que surgem as chamadas infecções oportunistas e, finalmente, sobrevém a morte. Os anticorpos do HIV podem ser detectados no organismo duas a oito semanas após a inoculação, mas o vírus fica incubado entre um ano e meio e cinco anos antes que surjam sintomas.

O vírus se transmite pelos fluidos corpóreos, particularmente o sangue e o sêmen. Assim, o contato social com o soropositivo não configura risco de contágio. Por outro lado, a pessoa que ignora estar contaminada pode transmitir a doença. A situação de risco mais importante é a relação sexual, especialmente a anal, pois a mucosa do reto é mais frágil que a da vagina e se rompe facilmente durante o coito, abrindo caminho à entrada do vírus na corrente sangüínea. Outro fator de risco são as transfusões de sangue. A terceira é a aplicação de injeções com agulhas contaminadas. E a quarta é a gestação; a mulher infectada muitas vezes contamina o feto.

A doença foi detectada pela primeira vez em 1979, entre homossexuais masculinos americanos. Por apresentar sintomas parecidos com os de outras moléstias, pôde a princípio passar despercebida e assim expandir-se rapidamente. O primeiro diagnóstico foi feito em 1981, e em 1983 o vírus foi identificado na França, por uma equipe do Instituto Pasteur. Em 1985, criou-se o primeiro método para descobrir no sangue anticorpos do vírus da AIDS.

No início da década de 1990 foi testada uma série de medicamentos contra o HIV. Nenhum deles, porém, mostrou-se capaz de curar a doença. O único que efetivamente conseguia retardar a evolução do mal -- embora ao custo de pesados efeitos colaterais, sobretudo a anemia -- era o AZT (azidovidina). Outro campo de pesquisa eram os remédios contra as infecções oportunistas. Nenhum deles, porém, apresentava resultados comprovadamente eficazes. Apesar dos esforços, a AIDS espalhava-se rapidamente e se previa que no ano 2000 o número de infectados pelo HIV poderia chegar a quarenta milhões em todo o mundo.

A grande arma contra a AIDS é a prevenção. As campanhas sanitárias recomendam, em primeiro lugar, relações sexuais estáveis, com um mínimo de parceiros. Em segundo, o uso de preservativos (camisinhas). Em terceiro, para injeções usar exclusivamente seringas e agulhas descartáveis ou esterilizadas e, nas transfusões, sangue testado. E, finalmente, que as mulheres infectadas evitem ter filhos.



Fonte: http://www.renascebrasil.com.br/f_aids2.htm; Youtube

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Texto: Como prevenir o mau desempenho escolar

O desempenho escolar tem bastante influência dos pais, irmãos e mãe, pois eles podem interferir diretamente na vida escolar de seus filhos. Por isso é muito importante saber à hora de cobrar as tarefas, verificar as notas e apoiar nas dificuldades que seus filhos têm e ajudá-los a dar a volta por cima, mas isso não é uma tarefa fácil. É muito difícil conciliar a jornada de trabalho, o laser e a educação dos filhos. Quando uma criança não vai bem aos estudos na maioria das vezes os pais culpam o ambiente escolar, porém o ambiente escolar não é o único responsável sobre o baixo rendimento, pois a família tem um grande peso por incutir na criança seus valores, ideais e crenças e isso é passado de geração em geração e ninguém para pra pensar e fazer uma reflexão sobre isso, pois tudo acontece inconscientemente. Quando a culpa do filho não ir bem à escola e o mau desempenho do mesmo não é culpa do ambiente escolar o pai e a mãe atribui à culpa um ao outro ou nos amigos que seu filho convive. É muito importante também que os pais vejam a individualidade de cada filho, afinal ninguém é igual a ninguém. Para prevenir o mau desempenho escolar de seu filho veja aqui algumas dicas que ajudarão você a passar essa barra: Evite fazer o trabalho escolar de seu filho, mas também não o deixe penando sozinho fazendo, afinal você pode ajudá-lo, pois se fizer o trabalho sozinho estará considerando seu filho imaturo e isso acaba afetando a auto-estima do mesmo; Procure profissionais antes de atribuir ao seu filho distúrbios de aprendizagem ou problemas neurológicos ou fisiológicos; Evite fazer comparações entre os filhos; Se seu filho foi reprovado evite ficar repetindo isso o tempo todo e tente ajudá-lo no que for preciso; mande-o fazer tarefas antes de permitir a realização de outras tarefas, pois os pais precisam ser autoritários; Supervisione os afazeres de seus filhos até os 13 anos de idade, pois a partir disso dê pelo menos uma conferida se as tarefas estão sendo adequadamente realizadas e vá às reuniões da escola e verifique o boletim; Dê atenção ao desempenho escolar, pois os filhos procuram atrair a atenção dos pais quando tiram uma nota alta e com isso esperam um reconhecimento e uma valorização e não um mero “não fez mais que a sua obrigação”; Dê espaço para que seu filho consiga organizar os estudos com mais autonomia; Verifique se seu filho está bem emocionalmente, pois muitas vezes a família cobra e impõe muito, ao invés de ajudá-lo e estimulá-lo a correr atrás; Faça junto com o seu filho e acompanhe todas as atividades que ele realizar, mas sempre permitindo que ele cresça e tenha autonomia.

Fonte: http://www.blogbrasil.com.br/como-prevenir-o-mau-desempenho-escolar/